nerdsex                                                                 7,3% do total da população já fez sexo com alguém que conheceu na rede.  Ministério da Saúde identificou aumento no número de relações casuais.

A pesquisa sobre a vida sexual do brasileiro, divulgada nesta quinta-feira (18) pelo Ministério da Saúde, mostra que 10,5% dos jovens entre 15 e 24 anos tiveram pelo menos um parceiro sexual que conheceram na internet. O número cai praticamente pela metade na faixa etária seguinte, de 25 a 49 anos (5,4%) e despenca para 1,7% entre os indivíduos que tem entre 50 e 64 anos.

No total, 7,3% da população brasileira já fez sexo com um parceiro que conheceu virtualmente. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse que o ministério está trabalhando em redes de relacionamento e em outros sites para disseminar informação sobre métodos de prevenção. “Você acha que a velhinha tá lá fazendo crochê? Ela já tá ligada na internet, conectada”, brincou.

Esse número vem acompanhado, segundo o ministério, do aumento do número de relações casuais: 9,3% das pessoas entre 15 e 54 anos tiveram mais de cinco parceiros nos doze meses anteriores à pesquisa, contra 4% de um levantamento anterior feito em 2004. Quando o corte é aumentado para pessoas com até 64 anos, o número cai para 8,8%.

Mesmo assim, o órgão aponta avanços. Os jovens são os que têm mais parceiros não fixos, mesmo que usem mais o preservativo. Além disso, são eles que pegam mais camisinha de graça e a escola é o segundo local com maior acesso. Os que pegam o preservativo de graça, diz o ministério, tendem, no geral, a usar mais camisinha. 

Manteve relação sexual… (%) 15-24 anos 25-49 anos 50-64 anos Total
Nos últimos 12 meses 67,2 86,4 66,3 77,3
Com pelo menos um parceiro fixo nos últimos 12 meses 83,2 88,3 85 86,5
Com mais de cinco parceiros sexuais no último ano 14,6 7,2 4,2 8,8
Com pelo menos um parceiro casual nos últimos 12 meses 43,5 23,6 15,8 27,9
Com pelo menos um parceiro que conheceu pela internet nos últimos 12 meses 10,5 5,4 1,7 7,3

Fonte: Ministério da Saúde e Jornal Globo G1 (on line).

Postado por: Equipe de Produção.

                                                                       

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sociais

Orkut, Twitter, YouTube, Delicious,Facebook, Myspace são alguns nomes mais conhecidos em meio às inúmeras redes sociais que têm invadido a internet nos últimos anos. Mais do que um mero entretenimento, elas podem ser um meio de aprendizagem, de troca de informações e espaço democrático de discussão.

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 Twittando a sua marca com relevância e interação

Por Rafael Kiso

Se você não viveu dentro de uma caverna ultimamente, provavelmente já ouviu muito sobre o Twitter.  O utilitário no qual os membros compartilham comentários curtos uns com os outros é o novo lugar para se comunicar na web.
O Twitter de repente se tornou a arena digital para pessoas observarem e se engajarem numa cultura pop. É também um lugar onde as marcas podem interagir com seus consumidores diretamente, para reforçar relacionamento com seus clientes leais ou atrair novos seguidores através de seus próprios tweets.
Apesar da presença de mensagens auto patrocinadas, o Twitter continua a ser uma ambiente sem publicidade, livre de um modelo de negócio. No entanto, foi só uma questão de tempo para que o site anunciasse a promessa de uma perspectiva publicitária. No início de abril começaram a surgir diversas aplicações pelas quais os usuários podem agregar posts sobre trânsito, promoções na web e outras mensagens, proporcionando uma oportunidade única para os anunciantes. Numa consciência de mídia social, já há campanhas de empresas lá fora cujo objetivo é aumentar o número de seguidores de seu Twitter. Twitter na Time

O Twitter funciona como um veículo livre para uma marca reforçar suas relações públicas através da mídia digital. Por funcionar como um ambiente aberto e social, o Twitter pode fornecer um local de encontro online para os usuários, de uma forma que o Facebook e MySpace muitas vezes não podem.
O Twitter não é responsável pelo sucesso de tal linha de comunicação; portanto as empresas precisam sabiamente decidir como eles devem usar o serviço para alcançar seus objetivos.
Numa pesquisa realizada pela agência de marketing promocional Bullet, feito com mais de 3.200 internautas, mais de 69% dos consumidores brasileiros que estão no Twitter seguem ou já seguiram marcas no microblog e mais de 53% têm interesse em receber campanhas, desde que sejam relevantes.
Empresas como JetBlue, Dell e Tecnisa se aproveitam da popularidade da ferramenta para tornar virais suas promoções. No caso da Dell, o perfil brasileiro promove ofertas diárias que duram 3 horas, além de destacar promoções e lançamentos para compras online. Já na JetBlue, além de promoções, eles também avisam os passageiros sobre atrasos de voos.

Em uma jogada ousada em março deste ano, a marca Skittles decidiu dar o controle de seu site para os consumidores. A home page, Skittles.com, foi relançada e se tornou um menu que envia o visitante para outros sites com conteúdos gerados por usuários. Por exemplo, o link “Media” leva o usuário para o canal da marca no YouTube; o “Friends” leva o usuário para a página oficial no Facebook, o “Chatter” levava o usuário para o página da marca no Twitter. O menu navegador do site por sua vez fica fixo acima de todas as páginas. skittles

Independentemente de quão inovador essa iniciativa pode parecer, a Skittles descobriu rapidamente que nem todo mundo respondeu favoravelmente. Muitos usuários do Twitter expressaram que se sentiram insultados pelo fato da marca ter assumido que não haveria nenhum conteúdo negativo postado nesses sites sociais.
Alguns deles postaram comentários negativos e em tons sarcásticos para prejudicar a marca. Em resposta, a página do Skittles.com logo encerrou a página do Twitter e no lugar direcionou os usuários para a página de resultados do Twitter para o termo “Skittles”, mostrando assim posts diversos que não necessariamente envolvem a marca.
Essa campanha parece apontar para dois aprendizados pertinentes sobre como as marcas interagem com a mídia social, particularmente com o Twitter.

Primeiro, as marcas precisam estar abertas para o fato de que dar controle aos usuários é estar preparado para negatividade. Tem que ser automático assumir que o feedback pela perspectiva das mídias sociais pode ser negativo.
Segundo, o público parece muito desiludido com a publicidade em mídias sociais, portanto, eles sempre vão reclamar quando isso acontecer. Mantenha em mente que os usuários do Twitter têm a escolha de seguir ou não você; os anunciantes precisam perceber que diante da oportunidade de falar sobre sua marca, a intenção do público geralmente não é promover e sim negativar.
O mais importante disso tudo é que o Twitter está invadindo a comunicação e mudando as regras de engajamento na web. É necessário ser relevante e original para twittar sua marca. O que você está esperando, já twittou hoje?

Sobre o autor:
Rafael Kiso (rafael.kiso@focusnetworks.com.br) é sócio-fundador e diretor de tecnologia da Focusnetworks

Fonte: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/06/08/twittando-a-sua-marca-com-relevancia-e-interacao/

Matéria da Equipe: Mariana, Magila e Aurizio

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Comércio na internet avança e chega às redes sociais

Por: Aurizio Freitas, Magila Ribeiro e Mariana Sudário
Especial para o blog Olhares Virtuais

Inicialmente criada para fins militares, a internet movimenta hoje através do comércio milhares de dólares a cada ano. Sobretudo após o final dos anos 90, com o surgimento do hipertexto e as características visuais que conhecemos hoje, a rede passou a ser enxergada também como um grande mercado sem fronteiras. 

 A partir de então surgiram conceitos como E-business (negócios pela internet), CRM (Customer Relationship Management ou “gestão do relacionamento com o cliente”) e B2B (Business to Business ou “negócios entre empresas”, através da rede). As empresas começaram a criar suas “lojas” na rede ou a participar de “shoppings virtuais”, montando estratégias eficazes para entrega dos produtos e soluções para garantir a segurança de dados em compras pela internet.

 A tendência de uso comercial da internet tem se intensificado também no Brasil. Segundo o WebShoppers, um estudo elaborado pela consultoria e-bit, em sua 18ª edição, as vendas pela internet durante o primeiro semestre de 2008 movimentaram 3,8 bilhões de reais,  com um aumento de 45% em relação aos seis primeiros meses de 2007.

Já em franca expansão, o comércio na internet ganhou agora um novo aliado: o comércio através das redes sociais. Redes como Orkut, Twitter, MySpace são vistas hoje pelas empresas como grandes oportunidades de negócios. Tecnologias como blogs e MSN também não ficam atrás, tendo um número de usuários cada vez maior, pois a comunicação na internet é rápida, barata e cada vez mais segura.

 Foi a partir da descoberta da internet como negócio que Suzy Bandeira criou um blog que funciona como “brechó virtual”. Através do endereço http://www.brechodasuzy.com.br, é possível fazer compras de roupas as mais variadas, bem como acessar a mais de cem outros blogs de brechó Brasil a fora.

 “Quando pensei em montar minha própria loja, fiquei frustrada com a burocracia e os custos de funcionamento de uma empresa. Então recorri à internet como forma alternativa de divulgação e venda de roupas”, afirma Suzy. Além da realização de pedidos, através do brechó virtual são enviadas notícias sobre os últimos lançamentos e dicas de moda. O internauta pode também postar depoimentos e associar-se à rede de clientes.

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“Glossário” de redes sociais na internet

Por: Aurizio Freitas, Magila Ribeiro e Mariana Sudário
Especial para o blog Olhares Virtuais

Addos? Banco do planeta?? Friendster??? Você já ouviu falar de alguma dessas redes sociais? O blog Olhares Virtuais pesquisou para você informações sobre estas e outras redes sociais na internet. Confira.

tabela

 

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Redes Sociais: assuntos específicos com exclusividade

Por: Aurizio Freitas, Magila Ribeiro e Mariana Sudário
Especial para o blog Olhares Virtuais

Há algum tempo atrás, as pessoas não imaginavam quais filmes seriam estreados no ano, ou, qual disco seria lançado. Hoje é diferente, praticamente não há mais surpresas, e sim expectativas. Já temos conhecimento do elenco que estará em um filme e quais faixas o cd trará.

A velocidade, com que essas informações são compartilhadas, se dá pela multiplicação das fontes que tratam sobre o assunto. E isso geralmente ocorre pelo número de internautas que estão disseminando a notícia.

Muitas informações são compartilhadas por redes de relacionamento como o Orkut, onde se podem encontrar diversas comunidades sobre um determinado filme, às vezes, já identificada com um número relacionado a nova sequência. Como no caso do filme: Ironman: O homem de ferro, enquanto estava sendo rodado nas telas do cinema, já existia uma comunidade relacionada ao segundo filme.

E também compartilhadas através de redes sociais, por não ter a função de interagir diretamente com as pessoas, permite que elas possam dá opiniões, sem ter que, obrigatoriamente, se relacionar com outrem.

As redes sociais se tornam mais amplas em função de discutir um determinado assunto com exclusividade. Em entrevista à Revista Propaganda, Adilson Batista, da Wunderman, relaciona as redes sociais a interesses específicos. “(…) Há um site americano, com nome que parece chinês, o Ning, que está crescendo numa velocidade absurda e tem esse propósito que é permitir que pessoas comuns criem suas próprias redes sociais fechadas”. Então, eu vou lá, crio um site dos caras que gostam de computador modelo e tal e só aceito pessoas que gostam desse modelo de computador. A partir daí, crio um grupinho fechado (…)”.

Ou seja, o internauta poderia criar um site sobre o Ironman e restringir somente às pessoas que gostam do personagem. Depois poderia decidir em criar um grupo selecionado com intuito de trocar informações sobre o mesmo assunto.

 Finalizando, as redes sociais propõem discutir um assunto específico de uma maneira mais produtiva, não limitando os fins. Podendo se tratar de um hobbie: HQ´s. Ou uma pesquisa, atraindo um nicho, para discutir sobre uma determinada necessidade com o intuito de promover um novo produto.

Fonte: YVES, Pedro. A era pós-Orkut. Revista Propaganda, maio, 2009. Disponível em Revista Propaganda

 

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Blogs, interatividade e jornalismo

Por Aurizio Freitas, Magila Ribeiro e Mariana Sudário
Especial para o blog Olhares Virtuais

 O fenômeno dos blogs inicia uma nova modalidade de jornalismo, o jornalismo colaborativo, no qual a interação com o público é constante. Mas, afinal, quais as diferenças entre o jornalismo na internet e o jornalismo, digamos, tradicional? Blogs de jornalismo constroem relacionamentos? Quais os “riscos” de ser um jornalista blogueiro?

 Para tentar responder a tais perguntas “que não querem calar”, selecionamos alguns links a fim de fornecer material de pesquisa sobre o tema. Boa leitura!

 Links sugeridos:

 Jornalismo Colaborativo

O link acima dá acesso ao artigo “Jornalismo Colaborativo: a ideologia das redes” dos jornalistas Alfredo Vizeu e Filipe Barros Beltrão, apresentado no XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, promovido pela INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, em Natal-RN em de setembro de 2008.

 Ivan Satuf

O link acima dá acesso a um artigo acadêmico de Ivan Satuf sobre blogs jornalísticos apresentado no 1º. Colóquio de Comunicação e Sociabilidade, promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG em novembro de 2008. 

 Observatório da Imprensa

No link acima, o site observatório da imprensa, especializado em crítica jornalística, reproduz artigo de Rodrigo Martins sobre jornalismo colaborativo publicado no jornal O Estado de São Paulo, em 26 de fevereiro de 2007.

Uma resposta para “Redes Sociais”

  1. Eugênio Furtado Diz:

    Bom trabalho!

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